Qual o seu maior sonho?
Ainda se lembra? Em dias como hoje, quando tudo acontece tão rápido, ainda se lembra de qual é o seu maior sonho?
Cada pessoa tem na sua mente o que teria que acontecer para que a sua vida se tornasse plena e feliz. Para alguns, o maior sonho de vida é formar uma família; Para outros é serem realizados após obter sucesso na sua área de atuação; O sonho de morar no exterior e conhecer outras culturas é o cenário de vida ideal para vários outros; Em contrapartida, há pessoas que desejam morar numa cidade pequena do litoral ou do interior e ter pleno contato com a natureza;
Mas quantas destas pessoas conseguem efetivamente concretizar os seus sonhos? Infelizmente, um número muito pequeno.
Quando paramos para imaginar o que seria a vida plena para nós, geralmente, surgem diversas coisas em nossa mente. É até desafiante escolher por onde começar esta construção. Neste estágio, é muito comum vermos mais dificuldades do que oportunidades. E, com isto, os sonhos parecem impossíveis de serem realizados.
Talvez agora se esteja a perguntar, se dá para ser diferente. Posso te garantir que sim!
COMO?
Muitas vezes, pensamos tanto nos desafios que precisamos vencer, que adquirimos a crença, que para conseguir alcançar os nossos sonhos, tudo tem que ser sofrido e com dificuldade, senão não somos merecedores. Essa mentalidade é cultural, passada de pai para filho.
De tanto nos dizerem frases como “não és bom o suficiente”, “não vais conseguir”, “ é demais para ti”, “nunca vais ganhar isso”, entre outras, começamos a acreditar e de repente estamos afundados em comodismos infelizes porque achamos que não conseguimos mais.
Mas estes condicionamentos ou causas externas estão longe de serem verdades absolutas, são aquelas que nós não controlamos, mas decidimos acreditar ou não, esta é a nossa responsabilidade assumir o controle da nossa vida e das nossas ações.
As crenças negativas e as causas externas acabam por nos limitar, afastando-nos dos nossos objetivos, pois ao lembrarmos, imediatamente esbarramos em todos os desafios e dificuldades que precisamos passar para, talvez um dia, alcançarmos a realização de nossos sonhos.
E quando nos focamos mais nas dificuldades do que nas oportunidades, desenvolvemos uma série de emoções negativas, tais como: baixa autoconfiança e auto-estima, insegurança, timidez, fobias e pânico, vícios, ansiedade ou depressão.
A baixa auto-estima afeta um dos principais pontos que nós, seres humanos, precisamos: os relacionamentos e carreira profissional. Em Portugal é oficial, que a auto-estima e auto-confiança, nacional é a quarta mais baixa de um ranking de 33 países, divulgado esta semana pela revista Economist.
Mais de 60 casais divorciaram-se por dia em Portugal em 2016, totalizando 22.649, menos 1.037 face ao ano anterior e menos 4.411 relativamente a 2011, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) hoje divulgados.
Além das relações conjugais, as relações profissionais também são afetadas.
Agora, diga-me, já se viu em algumas das situações descritas em baixo:
Baixo rendimento profissional;
Desacreditar do seu próprio potencial;
Ter medo da desaprovção;
Não conseguir comunicar claramente;
Ter insegurança constante;
Cansaço frequente;
Tensão;
Sono irregular;
Respiração ofegante ou falta de ar;
Estes são fatores que realmente aparecem no nosso dia-a-dia e, consequentemente, distanciam os nossos objetivos. Para que as coisas mudem temos de ter a humildade de nos propornos a novas aprendizagens, e conhecer o nosso eu, fazer desenvolvimento pessoal, e acredite que fazemos acontecer, precisamos de ter atitude de agir e sair da nossa zona de conforto, sem DESCULPAS!
Para assumir o controle da nossa vida, temos de enfrentar desafios e aprender com os obstáculos.
Sandra Matos
